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Chat GPT: o que o Google acha de conteúdos criados por inteligência artificial?

  • Foto do escritor: Natália Hinoue
    Natália Hinoue
  • 10 de mai. de 2023
  • 4 min de leitura

A adoção da Inteligência Artificial (IA) na criação de conteúdo é uma novidade que tem gerado grandes debates na área de Marketing Digital e da comunicação em geral.

O motivo dessa discussão foi o lançamento do Chat GPT, um chatbot de IA generativa desenvolvido pela OpenAI. Em menos de uma semana, mais de um milhão de usuários aderiram à plataforma.

Para os profissionais de Marketing Digital, essa inovação trouxe uma ampla gama de oportunidades, principalmente nas áreas de otimização para controle de busca (SEO) e produção de conteúdo.

Em função disso, tiveram várias especulações sobre o impacto do uso do Chat GPT no ranqueamento do Google e até mesmo sobre o futuro dos redatores. Mas não se preocupe! Preparamos este post exatamente para esclarecer essas dúvidas. Acompanhe!

O que é inteligência artificial?

Antes de abordarmos o tema principal deste texto, precisamos começar do início, isto é, entendendo o que é inteligência artificial.

A inteligência artificial é uma área que combina ciência da computação com uma base de dados robusta, permitindo encontrar soluções para diversos problemas.

Em resumo, máquinas equipadas com inteligência artificial são capazes de executar tarefas semelhantes às realizadas por pessoas, como raciocinar, atribuir significados e aprender com experiências passadas.

Um exemplo atual desses recursos é o Chat GPT, que simula diálogos e cria textos sobre uma ampla variedade de compatibilidades, aproximando-se da interação humana.

Como funciona o Chat GPT?

O Chat GPT, abreviação de “Generative Pre-Trained Transformer”, é um modelo de linguagem baseado em deep learning (aprendizado profundo). Ele está disponível como uma ferramenta conversacional online no site oficial.

O seu funcionamento se dá por meio de uma extensa base de conhecimento que é constantemente atualizada e permite que o modelo decodifique palavras e dê respostas textuais às pessoas.

Ele é treinado usando grandes conjuntos de dados de textos disponíveis na internet, o que o capacita a gerar respostas contextualmente relevantes e coerentes.

Embora haja uma versão gratuita do Chat GPT, também existem planos pagos que oferecem vantagens adicionais aos usuários.

É possível iniciar uma conversa com a ferramenta e fazer perguntas sobre uma variedade de suporte. O Chat GPT pode fornecer informações e conceitos, gerar letras de músicas e poemas, e oferecer respostas a várias solicitações de informações.

O modelo funciona de forma colaborativa, permitindo que os usuários corrijam as informações fornecidas pela ferramenta. Além disso, as conversas são mantidas, fornecendo consultas posteriores, e o Chat GPT é treinado para rejeitar solicitações atendidas ou impróprias.

O que o Google acha de conteúdos criados por inteligência artificial?

Diante de todas as especulações acerca do Chat GPT, o Google publicou um artigo no seu blog com orientações sobre os conteúdos criados por IA.

Segundo a empresa, os conteúdos gerados por IA não violam suas diretrizes, permitindo que sejam classificados nos resultados de pesquisa.

“Quando se trata de conteúdo gerado automaticamente, nossa orientação tem sido consistente há anos. O uso da automação, incluindo IA, para gerar conteúdo com o objetivo principal de manipular a classificação nos resultados da pesquisa é uma violação das nossas políticas de spam.

Dito isso, é importante reconhecer que nem todo uso da automação, incluindo a geração de IA, é spam. Há muito tempo, a automação gera conteúdo útil, como placares esportivos, previsões do tempo e transcrições.

A IA é capaz de gerar novos níveis de expressão e criatividade e serve como uma ferramenta essencial para ajudar as pessoas a criar ótimos conteúdos para a Web”, afirma a multinacional.

A empresa destaca que o uso apropriado de IA ou automação não é contra suas diretrizes, desde que seja feito para beneficiar as pessoas e não manipular classificações de pesquisa.

“O uso apropriado de IA ou automação não vai contra nossas diretrizes. Isso significa que ela não deve ser usada para gerar conteúdo que manipule as classificações de pesquisa, o que é contra nossas políticas de spam”, enfatiza.

Quanto à ética, embora não seja obrigatório, o Google recomenda incluir informações sobre o uso de IA no processo de criação de conteúdo para deixar claro aos leitores quando a IA faz parte do processo.

A inteligência artificial pode substituir redatores?

Essa é uma dúvida que aterroriza os produtores de conteúdo. Afinal, com tanto poder, a inteligência artificial não é um risco para os redatores? A resposta é não, pelo menos por enquanto

Isso porque embora as empresas estejam utilizando cada vez mais a tecnologia, as máquinas ainda não têm a mesma flexibilidade e criatividade humana.

Além disso, mesmo que a tecnologia continue avançando, novas demandas surgem continuamente que só podem ser atendidas pela mente humana, seja para fornecer comandos ou analisar os resultados obtidos.

No que diz respeito ao desenvolvimento de conteúdo, a IA pode fornecer insights e ideias elaboradas pelas pessoas, mas é o redator que dá o toque final, colocando na escrita as emoções desejadas pelo seu público.

Em resumo, por mais que a IA seja ágil e tenha a capacidade de reproduzir comportamentos humanos, ela ainda não é capaz de gerar conteúdos humanizados que performam melhor no Google, então não é possível substituir um redator, mas sim funcionar como uma ferramenta de ajuda.

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